O que aconteceu
A inflação de setembro ficou em 0,82%, com pressão da conta de luz, segundo a cobertura do período. Entre os alimentos, o tomate foi o destaque: o preço disparou no mês e chamou atenção no índice.
Os levantamentos também mostram que, em setembro, alguns alimentos ficaram mais caros e outros barateram. Ao mesmo tempo, a notícia do setor é que bares e restaurantes estão segurando os preços no cardápio, mesmo com a alta dos alimentos.
O que muda para o seu restaurante
Segurar o preço enquanto o insumo sobe significa que a diferença sai da sua margem. Se o tomate entra em molhos, saladas, lanches e pizzas, o custo do prato muda mesmo que o cardápio continue igual. A conta de luz pesa em quem trabalha com câmara fria, forno e chapa.
O risco é não saber qual item deixou de dar lucro. O faturamento pode se manter e o resultado do mês cair. Nem todo prato sente a alta do mesmo jeito, então o reajuste geral no cardápio costuma ser impreciso.
Pontos para olhar agora:
- Pratos com tomate como ingrediente principal.
- Itens cuja margem já era apertada antes da alta.
- O peso da energia elétrica nos seus custos fixos.
- Preços praticados nos apps, onde a comissão já consome parte da margem.
Como se programar
- Atualize o custo dos insumos nas fichas técnicas com os preços de compra mais recentes.
- Liste os pratos que mais usam tomate e veja quanto a margem de cada um caiu.
- Negocie com o fornecedor ou cote em mais de um. Avalie trocar o formato do insumo, como o tomate in natura por molho pronto, se a receita permitir.
- Se for reajustar, comece pelos itens de maior impacto, e não pelo cardápio inteiro.
- Confira a conta de luz e veja se há horários ou equipamentos que podem reduzir o consumo.
Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes abaixo e revisado pela equipe Breakr antes da publicação.
