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Gestão · Engenharia de cardápio

Engenharia de cardápio: o cardápio certo vende o que dá lucro

Engenharia de cardápio é decidir, item por item, o que fica, o que muda de preço, o que ganha destaque e o que sai do cardápio. A base não é gosto: é quanto cada prato vende e quanto ele deixa de margem.

O que é engenharia de cardápio

A engenharia de cardápio cruza duas informações de cada item: popularidade (quanto vende) e rentabilidade (quanto deixa de margem de contribuição). O método mais usado no mundo é a matriz de Kasavana e Smith, criada nos anos 1980 e usada até hoje em restaurantes de todos os tamanhos.

O resultado é um mapa do cardápio. Ele mostra quais pratos sustentam o restaurante, quais estão roubando margem e quais têm potencial escondido.

A matriz de rentabilidade

Cada item cai em um de quatro quadrantes:

  • Estrelas: vendem muito e têm margem alta. São o coração do cardápio e merecem o melhor lugar
  • Potenciais: vendem pouco, mas têm margem alta. Costumam precisar de destaque, foto ou uma descrição melhor
  • Populares: vendem muito, mas com margem baixa. Pedem revisão de preço, porção ou ficha técnica
  • Críticos: vendem pouco e com margem baixa. São candidatos a sair ou a ser reinventados

Um detalhe que muda o resultado: a comparação é feita dentro de cada categoria. Comparar uma bebida com um prato principal no mesmo gráfico distorce tudo.

Curva ABC: onde está o faturamento

A curva ABC organiza os itens pelo faturamento acumulado. Os itens A respondem pela maior parte da receita, os B por uma fatia intermediária e os C pelo resto.

Junto com a matriz, ela evita decisões perigosas, como tirar do cardápio um item de margem baixa que puxa boa parte das vendas.

Sem ficha técnica não existe engenharia

A margem de cada item sai da ficha técnica: quanto de cada insumo vai no prato e quanto ele custa. Sem ela, qualquer matriz vira chute.

Na Breakr, item sem ficha técnica fica fora da matriz, numa lista de pendências. A gente não estima custo. As fichas técnicas ficam no Breakr Hub, o sistema que usamos com os clientes.

Do papel para o cardápio de verdade

Análise que não chega ao cardápio não muda o resultado. Por isso o projeto tem duas etapas:

  • Engenharia de menu: a análise. Curva ABC, matriz por categoria e decisão item a item
  • Engenharia de cardápio: a aplicação. Nova ordem e destaque dos itens, descrições que vendem, direção para as fotos e organização no cardápio digital e nos apps

A ordem dos itens não é fixa: ela sai da matriz. Estrelas e Potenciais ganham os lugares que mais vendem.

Como funciona o projeto na Breakr

É um projeto com começo, meio e fim, com entrega prevista entre 30 e 90 dias, que pode ser parcelado. Inclui curva ABC, matriz de rentabilidade, copywriting gastronômico, arquitetura de conversão do cardápio, direção fotográfica e rodadas de revisão.

Depois da entrega, quem quiser manter o cardápio sempre atualizado segue com a gestão de cardápio digital ou a gestão de marketplace.

O que entra no serviço

  • Curva ABC e matriz de rentabilidade: Estrelas, Potenciais, Populares e Críticos
  • Preço e posição de cada item no cardápio
  • Descrições e briefing de fotografia
  • Projeto com começo, meio e fim, com parcelamento
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Restaurantes que passaram a faturar R$ 100 mil, R$ 250 mil, R$ 500 mil ou R$ 1 milhão por mês com a Breakr e receberam a placa.

  • 1placa de
    R$ 1 milhão
  • 1placa de
    R$ 500 mil
  • 2placas de
    R$ 250 mil
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    R$ 100 mil
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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Engenharia de cardápio.

Quanto tempo de vendas vocês analisam?

Em geral de 90 a 180 dias, e até um ano quando há histórico. Períodos curtos demais distorcem a popularidade dos itens.

Vou ter que tirar pratos que os clientes adoram?

Não necessariamente. Muitas vezes o caminho é ajustar preço, porção ou posição. A decisão é item a item, sempre olhando o que acontece com o faturamento.

A engenharia de cardápio é contínua?

Não. É um projeto com entrega definida. A manutenção do cardápio depois disso é feita pelos módulos de gestão.

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