O que aconteceu
A iFood Benefícios firmou acordo para comprar a Caju, empresa de benefícios corporativos como vale-refeição e vale-alimentação. Segundo as fontes, a operação amplia a atuação do iFood nesse mercado e, nas palavras da BPMoney, dobra a presença da empresa nos vales.
A InfoMoney trata o setor como um mercado de R$ 150 bilhões. As fontes consultadas não trazem valor do negócio, prazo de conclusão nem mudanças para os restaurantes que aceitam esses cartões.
O que muda para o seu restaurante
Hoje, nada nas fontes indica mudança imediata em taxa, prazo de repasse ou regra de aceitação. O que muda é o cenário: o iFood passa a estar em dois pontos da jornada do cliente, no app de pedido e no cartão que paga a refeição do funcionário.
Para o restaurante, isso importa porque o vale-refeição é parte relevante do pagamento no salão e no delivery. Se o iFood ganha força nesse meio, o peso dele na sua operação pode crescer. Isso vale para a negociação de taxas e para a dependência do app, mesmo que ainda não haja efeito concreto.
O ponto prático é saber o que você já paga e recebe hoje:
- Qual a taxa líquida de cada bandeira de benefício que você aceita.
- Em quantos dias cada uma repassa o dinheiro.
- Quanto do seu faturamento depende de vale, de app e de venda direta.
Como se programar
- Liste todos os cartões de benefício que você aceita, com taxa e prazo de repasse de cada um.
- Calcule quanto do faturamento do último mês veio de vale-refeição e vale-alimentação.
- Confira se o valor que entrou no banco bate com o que foi vendido em cada meio de pagamento.
- Acompanhe os comunicados das operadoras e do iFood sobre mudanças de contrato ou taxa.
- Evite concentrar suas vendas em um único canal ou meio de pagamento.
Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes abaixo e revisado pela equipe Breakr antes da publicação.
